"Eu não posso entregar minha felicidade nas mão de outra pessoa.
Ela pode me ajudar, eu posso usá-la (no bom sentido) para ser feliz, mas não vou ser feliz em função dos outros.
Não entrego a minha alegria nas mãos nem da minha mãe, então por que hei de fazê-lo com uma pessoa 'estranha'?
Esta pessoa não pode ter esse direito todo sobre você."
Por telefone, a uma amiga.
domingo, 9 de março de 2008
Descobrindo porque Forrest Gump corria
"Naquele dia, sem nenhum motivo, decidi dar uma corridinha.
Corri até o fim da estrada, e quando cheguei lá...
resolvi atravessar a cidade.
E quando cheguei lá, resolvi atravessar o condado de Greenbow.
E já que tinha ido até lá...
resolvi atravessar o Estado do Alabama correndo.
E foi o que eu fiz.
Corri até sair do Alabama.
Sem nenhum motivo,
e segui em frente.
Corri até chegar no oceano.
E quando cheguei lá, já que tinha ido tão longe...
resolvi voltar e continuar.
E ao chegar no outro oceano, já que tinha ido tão longe...
resolvi dar meia volta e continuar correndo.
Quando eu ficava cansado, dormia.
Quando tinha fome, comia...
e quando precisava ir...
Bom, sabe... eu ia.
- Então, você só corria?
- É.
(...)
- Por que está correndo?!
- Faz isso pela paz mundial?
- Pelos desabrigados?
- Pelos direitos da mulher?
- Pelo meio-ambiente?
- Pelos animais?
Eles não acreditavam que alguém
corresse tanto sem motivo.
- Por que está fazendo isso?
- Tive vontade de correr."
E foi assim que resolvi meu problema de sábado à noite.
Não queria chegar em casa estressado, e não cheguei.
Para isso, corri e deixei meu problema pra trás, figurativa e literalmente.
Corri até o fim da estrada, e quando cheguei lá...
resolvi atravessar a cidade.
E quando cheguei lá, resolvi atravessar o condado de Greenbow.
E já que tinha ido até lá...
resolvi atravessar o Estado do Alabama correndo.
E foi o que eu fiz.
Corri até sair do Alabama.
Sem nenhum motivo,
e segui em frente.
Corri até chegar no oceano.
E quando cheguei lá, já que tinha ido tão longe...
resolvi voltar e continuar.
E ao chegar no outro oceano, já que tinha ido tão longe...
resolvi dar meia volta e continuar correndo.
Quando eu ficava cansado, dormia.
Quando tinha fome, comia...
e quando precisava ir...
Bom, sabe... eu ia.
- Então, você só corria?
- É.
(...)
- Por que está correndo?!
- Faz isso pela paz mundial?
- Pelos desabrigados?
- Pelos direitos da mulher?
- Pelo meio-ambiente?
- Pelos animais?
Eles não acreditavam que alguém
corresse tanto sem motivo.
- Por que está fazendo isso?
- Tive vontade de correr."
E foi assim que resolvi meu problema de sábado à noite.
Não queria chegar em casa estressado, e não cheguei.
Para isso, corri e deixei meu problema pra trás, figurativa e literalmente.
quinta-feira, 6 de março de 2008
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