segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Fazer uma graça

É muito legal poder 'fazer uma graça', esbanjando e impressionando. É prazeroso !
Só que, após uma valorosa conversa com uma grande amiga que veio me visitar, aprendi (espero) um pouco sobre isso.

A questão é: Qual é o referencial a ser adotado? (alguém aí lembra do valor absoluto e valor relativo dos números na matemática primária??)

Eu achei que, em uma oportunidade relativamente recente, eu teria feito uma graaande graça. Só que minha impressão caiu por terra.
À destinatária, resta-me pedir desculpas...

Recordo-me de um dos princípios básicos de um dos livros que eu li: pensar como o outro, colocar-me no lugar do outro.
Cometi o erro de pensar só por mim. Talvez eu nem tenha 'errado' na avaliação alheia, mas como eu vou saber?
Na dúvida, creio que eu devo readequar meu modus operandi.
Não posso mais 'errar' fazendo graças relativamente significativas pra mim.
A quem eu quero impressionar? À outra pessoa, né? Ah, tá, agora faz sentido.
É pra fazer? Então vamos fazer direito.
Minhas ações devem buscar valores absolutos. Se eu não conheço a outra pessoa, só tem um jeito de acertar: fazendo o absolutamente melhor.
Dependendo do objetivo, somente assim é que a relativização do meu esforço poderá ser observada.
Se eu posso ou não, não interessa a ninguém, só a mim.
É pra fazer? Então vamos fazer direito.

PS: e não estou falando só de dinheiro não

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